Estar em casa em momentos de pandemia é a melhor forma de se proteger do novo coronavírus. Mas para algumas mulheres, seguir as orientações das autoridades de saúde, sobre o isolamento social, pode ser sinônimo de sofrimento e aflição. 

 

É em casa, no que deveria ser o aconchego do lar, que mulheres sofrem, diariamente, agressões perpetradas pelos parceiros íntimos. Só na última semana do mês de março, período que se iniciava a estratégia de quarentena, houve um aumento de 9% de chamadas do Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. 

 

Buscando amenizar os impactos do novo coronavírus no dia a dia da mulher que está em isolamento social e passando as 24h do dia com o companheiro agressor, o Mete a Colher continua disponível para ajudar, conversar, acolher e orientar as mulheres em situação de vítima.

A pandemia que isola e potencializa a violência doméstica

Com a crescente procura por ajuda através dos canais do Mete a Colher durante a pandemia do novo coronavírus, torna-se fundamental apresentar o cenário que as mulheres que nos pedem ajuda se encontram.

A revelação dos dados tem o objetivo de perceber padrões de violência que elas vêm sofrendo em seus lares. De forma anônima, acompanhe de onde vem os pedidos de ajuda, quais os tipos de violência vivenciado e se o isolamento social intensificou a violência.

Entenda o cenário das mulheres que sofrem violência, atendidas pelo Mete a Colher

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VIOLÊNCIA NO ISOLAMENTO
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